Arquivo da categoria: BLOG MORDIDA

Agitando os paulistas

Virada-Cultural-Paulista-2014

MORDIDA agora está se preparando para a Virada Cultural Paulista 2014. Os meninos curtem demais a proposta de tocar em praça pública, pra quem quiser chegar! A empolgação é grande!!!

E pra animar ainda mais a galera, MORDIDA reforça o time com convidados especiais. E ainda tem a ideia de tocar música nova….

Fiquem de olho!

Mordida na Virada Cultural Paulista 2014
Domingo, 1 de junho às 15h30
Na Praça Mauá, em Santos.

Confirma a programação completa aqui.

Anúncios

Na Corrente Cultural 2013

2013 tem sido um ano de show memoráveis mesmo. No último dia 9, Mordida se apresentou para um público realmente animado no TUC, dentro da programação da Corrente Cultural de Curitiba 2013. Foi demais!

Confere só os clicks da Kely Kachimareck:

Imagem

Imagem

1461667_10202342981000480_1237437766_n

1426584_10202342981640496_535014093_n

 

945473_10202342986640621_1460713708_n

#Mordida10Anos by Andrew Knoll

andrew

 “Já teve a sensação de olhar para alguém e ter a nítida impressão de que a pessoa é seu ‘amigo de infância’? Conheci o Paulo ainda na FAP quando, entre uma aula e outra, o sujeito puxa um violão e nos presenteia uma seleção que ia do brega ao forró, fazendo a alegria dos passantes e presentes. Com amigos e a paixão pela criação em Arte, nossos horizontes artísticos se estreitaram. Para daí chamar o Paulo para assinar a trilha de dois ou três projetos foi um estalo. Perdi a conta dos shows do Mordida em que fui e a experiência sempre foi da ordem do indizível, do inominável, do incognoscível. Potente. Muito potente é o que se da quando a Vontade e o Desejo se mobilizam em torno da realização de um objeto estético em comum. Sempre muito surpreendente. A energia que a banda mobiliza é gigantesca, e sempre imprevisível para onde irá nos levar. Sempre muito sensível. A apoiar-se na sensibilidade e dar curso a este ponto de apoio sempre me pareceu um norte possível para o Mordida. E Mordida ainda continuará sendo Mordida, por muitos, em muitas Manhãs de Segunda, a Domingos de Sol.”

Andrew Knoll, ator, produtor e roteirista.

#Mordida10Anos by Rodrigo Lemos

lemoskine

“A Mordida sempre me perturbou.
Por razões que nem sei explicar, sempre fiquei muito instigado com a composição super autêntica do Paulo, o que acaba gerando uma curiosidade muito grande sobre “o que farão agora?”. Fui a muitos shows entre 2005 e 2008 e, mirando o palco, não tinha dúvida de que estava diante de uma potência. E potências perturbam mesmo…

Naquela época, bradava aos que estavam à minha volta que essa banda tinha um jeito muito especial de falar certas coisas, tinha autenticidade, tinha um frontman irreverente e igualmente sensual, e tinha pegada forte ao vivo. Química que escorria dos músicos para a platéia; fosse num Motorrad socado de gente ou num James em que a banda ocupava metade da pista. Houve muitas formações durante essa década, mas nenhuma me espancou e me fez dançar tanto como Ivan, Paulo, Alvaro e João Davi. E gosto dessa coisa de “fases”… Assim como grandes nomes da arte que se permitem saltos no escuro, experimentações, etc.

Em 2009, essa experimentação atingiu proporções imprevisíveis e acabei sendo convidado para assumir os teclados (!?) nuns shows de altíssima responsa como o Rock de Inverno e o Oi Expressões (onde estavam com a cabeça, seus loucos?). Isso, é claro, só fez aumentar minha paixão por esses grandes músicos, grandes corações e mentes geniais. É inegável a influência que têm sobre mim, um contemporâneo, e também sobre as novas boas bandas daqui.

Vida longa e criativa a vocês, caras… Pois a MÚSICA que fazem, certamente, transcende a vida.”

Rodrigo Lemos, das bandas Lemoskine, A Banda Mais Bonita da Cidade e Naked Girls and Aeroplanes.

#Mordida10Anos by Timbó Deliberali

timbó

“Bom como não sou muito bom em expressar meus sentimentos, resolvi contar um pouco da minha história junto com a banda e o que ela significou. Rosadas desculpas!

Tudo começou em uma noite em outubro de 2.004. Vim para Curitiba a passeio (sim, sou um garoto do interior). Conheci o Paulo numa noite dessas de primavera e ele me convidou para ir no show no dia seguinte no Korova.

Muito legal o show, muito agradável a banda, muito boa conversa e a cerveja, mas a verdade é que eu me lembrava de “Judy, eu não sei nada sobre você”. Bom, fui ouvir o som em casa: ai veio a mordida..

Tempo se passou, vim morar aqui, voltei pra Guaíra e em abril e 2.006 vim pra ficar. Em agosto de 2.006 me convidaram pra ser produtor da banda, já que o João Davi (eu roubava lanche dele na escola), amigo de infância e conterrâneo, fazia parte da formação e os laços aumentaram.

Foram 3 anos, de muitas viagens, risadas, parceria, boa música, gravações, pescaria em Chapecó (foram 5 dias de John Coultrane e Paulo Sérgio), energia acabando no meio do show em Novo Hamburgo, caixa d’agua na cabeça e cachorro com a cara da Mordida em Santa Maria, cavaquinho e escaleta, 5 dentro de um Fiat Uno, amigos feitos na estrada e os melhores anos da minha vida.

Hoje vivo uma relação de amor e ódio com a Mordida: Ódio por não fazer mais parte de tudo isso e amor por aqueles quatro caras incríveis que dividi meus dias e por essa banda que embalou e embala meus dias a quase 9 anos.

Que venham muitas décadas pela frente! Que as festas continuem jovens! Amo vcs!”

Timbó Deliberali

#Mordida10Anos by Bruno Sguissardi

bruno“A primeira vez que vi o Mordida foi em 2003, era uma festa, de tarde em uma chácara… Primeiramente,  me chamou a atenção o fato de não ter um baixista, e sim uma mina que tocava teclado e fazia os baixos por ali mesmo…  Depois eu dei uma sacada naquele sujeito, com uma franjona maluca  e pensei: “ihhh, esse bicho é doido!!”…  Identificação instantânea.

Então volta e meia eu cruzava com esse cara na rua, no ônibus, e continuava pensando: “esse é doido…” . 

Mas acho que só fui presenciar novamente um show da Mordida em 2005, já com a banda toda mudada, e uns caras cheios de energia tocando… Daí eu pensei: “Esses caras são doidos!!” .rs

 Que show, que músicas, que vibe!!!! Ivan, João e Álvaro, tocando muito, com todo tesão do mundo. E na frente, o cara que eu via sempre no terminal, cantando aquelas músicas contagiantes.  Do caralho!! 

Na mesma época, um amigo meu que faz música eletrônica, o Claudinho Brasil, me perguntou se eu conhecia o Mordida, eu respondi que sim,  então  ele perguntou se eu conhecia o Paulo de Nadal, eu falei que sabia quem era, o vocalista. Nessa hora o Claudinho começou a disparar elogios sobre o Paulo, falou de música eletrônica, Badulaque, enfim… Terminou dizendo: “Cola nesse cara que ele é foda!!”. 

Eu achei muito interessante essa ligação entre os dois,   eu via o Paulo tocando em ambientes totalmente underground e retro, e o Claudinho tocava em Rave, dois opostos se trombando bem ali na minha frente. 

Não teve jeito, fui ver qual era: “Oi Paulo, meu nome é Bruno, o Claudinho me falou de você… é nóis!!”. Simples assim, ficamos amigos.

O tempo passou e a cada dia fui me tornando mais fã do Mordida. Até que veio  um convite genial para eu tocar no EP  o “Eu Amo  vc”.

Cara, que felicidade! Orgulho e gratidão eterna por isso! Mesmo eu tendo “me cagado inteiro!!” . rs

E ali, convivendo uma semana com o Paulo, gravando guitarras para um EP numa kitnet, eu pude finalmente conhecer melhor  aquele cara da franja maluca, e constatar que realmente sim, era de verdade, ele  era tão genial quanto parecia…  

Estou muito feliz com a fase atual do Mordida, o Rapha Vinoti além de um querido,  é um puta músico, e o Ivan, além de um dos bateras mais fodas da cidade, é um escudeiro leal e isso é bonito pra caralho e enriquece  muito a banda.      Então que venham os próximos 10!! Tamo junto!!

MORDIDA, EU AMO VCS!!!”

Bruno Sguissardi, da banda Anacrônica.