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Agitando os paulistas

Virada-Cultural-Paulista-2014

MORDIDA agora está se preparando para a Virada Cultural Paulista 2014. Os meninos curtem demais a proposta de tocar em praça pública, pra quem quiser chegar! A empolgação é grande!!!

E pra animar ainda mais a galera, MORDIDA reforça o time com convidados especiais. E ainda tem a ideia de tocar música nova….

Fiquem de olho!

Mordida na Virada Cultural Paulista 2014
Domingo, 1 de junho às 15h30
Na Praça Mauá, em Santos.

Confirma a programação completa aqui.

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#Mordida10Anos by Andrew Knoll

andrew

 “Já teve a sensação de olhar para alguém e ter a nítida impressão de que a pessoa é seu ‘amigo de infância’? Conheci o Paulo ainda na FAP quando, entre uma aula e outra, o sujeito puxa um violão e nos presenteia uma seleção que ia do brega ao forró, fazendo a alegria dos passantes e presentes. Com amigos e a paixão pela criação em Arte, nossos horizontes artísticos se estreitaram. Para daí chamar o Paulo para assinar a trilha de dois ou três projetos foi um estalo. Perdi a conta dos shows do Mordida em que fui e a experiência sempre foi da ordem do indizível, do inominável, do incognoscível. Potente. Muito potente é o que se da quando a Vontade e o Desejo se mobilizam em torno da realização de um objeto estético em comum. Sempre muito surpreendente. A energia que a banda mobiliza é gigantesca, e sempre imprevisível para onde irá nos levar. Sempre muito sensível. A apoiar-se na sensibilidade e dar curso a este ponto de apoio sempre me pareceu um norte possível para o Mordida. E Mordida ainda continuará sendo Mordida, por muitos, em muitas Manhãs de Segunda, a Domingos de Sol.”

Andrew Knoll, ator, produtor e roteirista.

#Mordida10Anos by Rodrigo Lemos

lemoskine

“A Mordida sempre me perturbou.
Por razões que nem sei explicar, sempre fiquei muito instigado com a composição super autêntica do Paulo, o que acaba gerando uma curiosidade muito grande sobre “o que farão agora?”. Fui a muitos shows entre 2005 e 2008 e, mirando o palco, não tinha dúvida de que estava diante de uma potência. E potências perturbam mesmo…

Naquela época, bradava aos que estavam à minha volta que essa banda tinha um jeito muito especial de falar certas coisas, tinha autenticidade, tinha um frontman irreverente e igualmente sensual, e tinha pegada forte ao vivo. Química que escorria dos músicos para a platéia; fosse num Motorrad socado de gente ou num James em que a banda ocupava metade da pista. Houve muitas formações durante essa década, mas nenhuma me espancou e me fez dançar tanto como Ivan, Paulo, Alvaro e João Davi. E gosto dessa coisa de “fases”… Assim como grandes nomes da arte que se permitem saltos no escuro, experimentações, etc.

Em 2009, essa experimentação atingiu proporções imprevisíveis e acabei sendo convidado para assumir os teclados (!?) nuns shows de altíssima responsa como o Rock de Inverno e o Oi Expressões (onde estavam com a cabeça, seus loucos?). Isso, é claro, só fez aumentar minha paixão por esses grandes músicos, grandes corações e mentes geniais. É inegável a influência que têm sobre mim, um contemporâneo, e também sobre as novas boas bandas daqui.

Vida longa e criativa a vocês, caras… Pois a MÚSICA que fazem, certamente, transcende a vida.”

Rodrigo Lemos, das bandas Lemoskine, A Banda Mais Bonita da Cidade e Naked Girls and Aeroplanes.

#Mordida10Anos by Timbó Deliberali

timbó

“Bom como não sou muito bom em expressar meus sentimentos, resolvi contar um pouco da minha história junto com a banda e o que ela significou. Rosadas desculpas!

Tudo começou em uma noite em outubro de 2.004. Vim para Curitiba a passeio (sim, sou um garoto do interior). Conheci o Paulo numa noite dessas de primavera e ele me convidou para ir no show no dia seguinte no Korova.

Muito legal o show, muito agradável a banda, muito boa conversa e a cerveja, mas a verdade é que eu me lembrava de “Judy, eu não sei nada sobre você”. Bom, fui ouvir o som em casa: ai veio a mordida..

Tempo se passou, vim morar aqui, voltei pra Guaíra e em abril e 2.006 vim pra ficar. Em agosto de 2.006 me convidaram pra ser produtor da banda, já que o João Davi (eu roubava lanche dele na escola), amigo de infância e conterrâneo, fazia parte da formação e os laços aumentaram.

Foram 3 anos, de muitas viagens, risadas, parceria, boa música, gravações, pescaria em Chapecó (foram 5 dias de John Coultrane e Paulo Sérgio), energia acabando no meio do show em Novo Hamburgo, caixa d’agua na cabeça e cachorro com a cara da Mordida em Santa Maria, cavaquinho e escaleta, 5 dentro de um Fiat Uno, amigos feitos na estrada e os melhores anos da minha vida.

Hoje vivo uma relação de amor e ódio com a Mordida: Ódio por não fazer mais parte de tudo isso e amor por aqueles quatro caras incríveis que dividi meus dias e por essa banda que embalou e embala meus dias a quase 9 anos.

Que venham muitas décadas pela frente! Que as festas continuem jovens! Amo vcs!”

Timbó Deliberali

#Mordida10Anos by Bruno Sguissardi

bruno“A primeira vez que vi o Mordida foi em 2003, era uma festa, de tarde em uma chácara… Primeiramente,  me chamou a atenção o fato de não ter um baixista, e sim uma mina que tocava teclado e fazia os baixos por ali mesmo…  Depois eu dei uma sacada naquele sujeito, com uma franjona maluca  e pensei: “ihhh, esse bicho é doido!!”…  Identificação instantânea.

Então volta e meia eu cruzava com esse cara na rua, no ônibus, e continuava pensando: “esse é doido…” . 

Mas acho que só fui presenciar novamente um show da Mordida em 2005, já com a banda toda mudada, e uns caras cheios de energia tocando… Daí eu pensei: “Esses caras são doidos!!” .rs

 Que show, que músicas, que vibe!!!! Ivan, João e Álvaro, tocando muito, com todo tesão do mundo. E na frente, o cara que eu via sempre no terminal, cantando aquelas músicas contagiantes.  Do caralho!! 

Na mesma época, um amigo meu que faz música eletrônica, o Claudinho Brasil, me perguntou se eu conhecia o Mordida, eu respondi que sim,  então  ele perguntou se eu conhecia o Paulo de Nadal, eu falei que sabia quem era, o vocalista. Nessa hora o Claudinho começou a disparar elogios sobre o Paulo, falou de música eletrônica, Badulaque, enfim… Terminou dizendo: “Cola nesse cara que ele é foda!!”. 

Eu achei muito interessante essa ligação entre os dois,   eu via o Paulo tocando em ambientes totalmente underground e retro, e o Claudinho tocava em Rave, dois opostos se trombando bem ali na minha frente. 

Não teve jeito, fui ver qual era: “Oi Paulo, meu nome é Bruno, o Claudinho me falou de você… é nóis!!”. Simples assim, ficamos amigos.

O tempo passou e a cada dia fui me tornando mais fã do Mordida. Até que veio  um convite genial para eu tocar no EP  o “Eu Amo  vc”.

Cara, que felicidade! Orgulho e gratidão eterna por isso! Mesmo eu tendo “me cagado inteiro!!” . rs

E ali, convivendo uma semana com o Paulo, gravando guitarras para um EP numa kitnet, eu pude finalmente conhecer melhor  aquele cara da franja maluca, e constatar que realmente sim, era de verdade, ele  era tão genial quanto parecia…  

Estou muito feliz com a fase atual do Mordida, o Rapha Vinoti além de um querido,  é um puta músico, e o Ivan, além de um dos bateras mais fodas da cidade, é um escudeiro leal e isso é bonito pra caralho e enriquece  muito a banda.      Então que venham os próximos 10!! Tamo junto!!

MORDIDA, EU AMO VCS!!!”

Bruno Sguissardi, da banda Anacrônica.